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dia 7 de
setembro
SAMBA da
Independência
das 13h às 17h
couvert
R$ 7
e a cada 5 Skol
(garrafa)
a 6a. é grátis
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Cada 5 SKOL, a 6a. é grátis |
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Independente do time
toda
4a. feira e Sábado
tem
jogo no Fulô
Traga seus amigos!
e
a cada 5 Skol
(garrafa)
a 6a.
é
GRÁTIS
somente na
4a. e sábado
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Fulô do Sertão comemora quatro anos de pura magia nordestina! |
| Quem tem saudade do nordeste em Brasília, vai ao Fulô do Sertão. E seja pelo charque desfiado (danado de bom), servido de porção e em pratos típicos como o "escondidinho” e arrumadinho”, ou pelo ambiente familiar que lembra o interior pernambucano e da Paraíba, quem conhece o restaurante volta sempre! É como ir ao nordeste, ser recebido na casa de amigos e ficar com aquela lembrança boa que precisa ser satisfeita eternamente. O “Fulô” está completando quatro anos de sucesso entre os bons da gastronomia e hospitalidade de Brasília. “Mais do que um restaurante, o Fulô do Sertão é a transformação de um conceito em realidade; um filho que cresceu e que agora tem vida própria”, diz Paula Caricatti, sócia e gerente do lugar. Orgulhosa por compartilhar um espaço que homenageia a herança cultural nordestina através da culinária, ela lembra que as toalhas de mesa são de chitão e que na decoração estão bonecos e redes, montadas em um jardim que transformou a aparência da 404 Norte. A cozinha está sob o comando da paraibana Marilene Mendes, sócia de Paula e natural de Campina Grande. Marilene, que cozinha desde menina, veio para Brasília em 59 e foi uma das pioneiras da gastronomia nordestina de qualidade no Distrito Federal. “O Fulô é a capital do nordeste em Brasília”, diz ela, que entre as lembranças boas, menciona o dia em que teve que comprar pratos extras para servir o recém lançado “escondidinho”. “Foi amor à primeira garfada!” O Fulô do Sertão começou como um café e lanchonete e virou restaurante da noite para o dia, logo no primeiro ano. Além do cardápio de comidas típicas de especial qualidade e de uma lojinha de artesanatos com peças autênticas de barro no estilo “Mestre Vitalino”, vindas de Caruaru e de outras partes do país, o restaurante funciona em um espaço aberto e colorido que esbanja a alegria e a hospitalidade características do nordestino. “Marilene e Paulinha são exemplos de vitória”, resume Inês Alves, psicopedagoga que frequenta o restaurante com o marido desde o início. “O carisma, a simplicidade e o aconchego são características marcantes do Fulô. Aqui o lazer e a descontração estão garantidos, com música de excelente qualidade e pratos típicos - são fiéis à cultura nordestina”. Para os iniciantes, recomendo o feijão verde com creme e queijo coalho (feijão do professor) e o arrumadinho, montado bem “bonitinho” com charque desfiado, vinagrete, farofa, feijão verde e algumas variações. As tapiocas são sempre um sucesso e aos sábados, o cabrito atolado é servido no capricho. Dona Marilene também prepara, sob encomenda, um cozido com verduras que se tornou tradição entre famílias do nordeste que residem e se reúnem em Brasília. É pura magia nordestina no coração do Brasil! |
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Histórias de uma Orquestra em Cordel |
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Administração da Orquestra
Pra existi uma Sinfonia
Tem muitas preocupação
Também tem burocracia
e muita organização
Oswaldo, nosso gerente
Cavalheiro e competente
Assume cum prontidão.
Que eu num exagere e num minta
Na minha apreciação
ele "se vira nos trinta"
Se empenha nas confusão
Pra vê se volta ao normal
Nas ópera tá no coral
Inda toca violão!
A assessoria num pára
La na administração
A Elisângela e a Jussara,
Coutinho na direção
Antonio e Rozi disata
Os "nó cego" e a Renata
Cria as nossa ilustração
A vocês neste Momento
Um aplauso, de coração
Todo o reconhecimento
Por toda a dedicação
O que as platéia num vê
Minimo, mas vô dizê:
Se visse, teria ovação!
Trecho do livro Histórias de uma Orquestra em Cordel, de Clinaura Macêdo
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